Apneia do Sono: Pouca gente sabe que tem!

Olá, hoje, eu vim conversar com vocês sobre um assunto ultra importante que é Apneia do Sono.

Hoje, ela é considerada um problema que afeta o corpo todo e tem consequências no longo prazo que são muito sérias! E a maior parte das pessoas que têm, nem desconfia!

O principal sintoma é a sonolência durante o dia, chamada a sonolência diurna. E por que acontece isto? Durante o sono a pessoa que têm apneia, ela tem um fluxo de ar que vai para os pulmões interrompidos várias vezes por hora.

Às vezes, chega dezenas de vezes por hora! E com esse fluxo diário interrompido, o oxigênio no corpo cai e o cérebro entende isso como uma super emergência!

E dá o alarme para fazer a pessoa respirar! Lógico! O cérebro foi projetado há milhões de anos para fazer a gente sobreviver. E, a falta de oxigênio é uma mega emergência!

E, ele lança o alarme através de substâncias no sangue da gente. Substâncias químicas que incluem hormônios de estresse. Você pode ler mais sobre Stop Ronco Reclame Aqui.

Agora imagina essa mega emergência acontecendo dezenas de vezes por hora, todas as noites, por décadas a fio!

O pobre do cérebro não tem descanso, nessa situação, com essa balbúrdia toda no corpo durante a noite! A primeira consequência é que o sono fica muito fragmentado e, ele não é
reparador.

Mas, o que é grave mesmo, é o tanto que o oxigênio cai multiplicado pelo número de vezes que isso acontece todas as noites.

Agora, o que você precisa saber é que tudo isso acontece enquanto a pessoa está dormindo. Ela não sente nada, nada, nada! E, muitas vezes, até duvida do diagnóstico!

Eu lembro que um dos casos mais graves de apneia do sono que eu já atendi na minha vida, foi um senhor que ele jurava que ele dormia muito bem!

Ele dizia: “Esse exame deve estar errado! Eu durmo muito bem! Eu tenho certeza que eu durmo muito bem todas as noites!

E era um caso gravíssimo porque o Oxigênio descia, descia a cada apneia. E ele fazia muitas e muitas apneias. Então, eu estava falando que esse alarme do cérebro é disparado
com a pessoa dormindo.

E, na maior parte das vezes, ela não sente nada! Só que esses alarmes que são esses hormônios de estresse, no longo prazo, eles provocam consequências muito sérias no corpo!

O aumento do risco de infarto, do risco de AVC, do risco de diabetes, problemas de memória, problemas de concentração, aumento do risco de arritmias cardíacas, aumento do risco de acidentes!

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Como saber se tenho apneia do sono?

Bom, então, quando é que a gente deve desconfiar que têm apneia do sono? Principalmente, quando existe sonolência diurna. Aquele sono incontrolável durante o dia.

E, quando tem dificuldade de concentração, principalmente de manhã. Acorda assim, com o cérebro meio confuso.

E aí, logicamente, é o que é clássico a gente lembrar de apneia, quando a pessoa tem história de roncos muito altos ou então, ela está muito acima do peso e ronca muito.

Mas, eu quero dizer que esses dois fatores, eles não são uma regra. Lógico, a gente tem que pensar em apneia, mas isso não é uma regra.

Eu tenho pacientes que não têm excesso de peso e têm apneia e eu tenho até a pacientes que não roncam e, também têm apneia. Então, o desafio, o olho vivo, tem que ser no diagnóstico!

Como é feito o diagnóstico de apneia do sono?

Como é feito o diagnóstico? É através do exame de sono, a polissonografia, que é a única forma segura de fazer o diagnóstico.

E, se a pessoa tiver efetivamente apneia do sono, a polissonografia, ela avalia a gravidade, avalia o número de vezes que a apneia acontece por hora e avalia a alteração do nível de oxigênio no sangue, que acontece em cada apneia.

E existem várias formas de tratamento que são efetivas. Mas, o principal é fazer o diagnóstico! Muita gente com apneias graves, nem desconfiam e, portanto, nem levam o problema ao médico.

A gente chega a pensar que 85 a 90% das pessoas que têm apneia, elas estão sem diagnóstico e, portanto, sem tratamento.

Então, olho vivo, tá? Se você souber de alguém que possa ter isso, compartilhe esse artigo e, se você quiser aprofundar um pouquinho mais esse assunto, acompanhe o nosso blog.

O que causa disfunção erétil?

A disfunção erétil é um diagnóstico recebido por homens de várias idades, principalmente pelos que já passaram dos 40 anos.

Conhecida como impotência sexual também, é uma condição que afeta muito a autoestima masculina e que pode ser causada por problemas psicológicos ou por distúrbios físicos, tendo cura em ambos os casos, seja com tratamentos convencionais ou com cápsulas como xtrasize onde comprar.

Por falar em cápsulas, elas têm sido cada vez mais utilizadas pelos homens que desejam contornar esse problema incômodo, e você pode ver um depoimento falando sobre as vantagens desses suplementos neste link: https://www.youtube.com/watch?feature=youtu.be&v=S5ZnlTSl5K8.

Em que consiste a disfunção erétil?

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Ela consiste na dificuldade de o homem ter uma ereção: por mais que ele esteja excitado e que a pessoa o atraia, o seu pênis não retém sangue suficiente para ficar ereto.

Há alguns pacientes que até conseguem a ereção, mas que a perdem rapidamente, não sendo possível manter uma relação sexual.

O diagnóstico da disfunção erétil é muito simples e o urologista pode investigar a doença.

Não existindo causa biológica para esse distúrbio sexual, o especialista recomenda um psicólogo para investigar se o bloqueio tem causas emocionais.

O que causa a disfunção erétil?

As razões mais vistas são:

  • Fibrose dos corpos cavernosos, que pode ser chamada de Doença de Peyronie;
  • Problemas psicológicos (baixa autoestima, ter sido molestado, bloqueio devido a crenças religiosas, desentendimentos entre o casal, traumas, etc.);
  • Cigarro e álcool;
  • Cirurgias pélvicas;
  • Problemas neurológicos;
  • Medicamentos demais;
  • Doenças hormonais ou vasculares.

Muitas vezes, o paciente pode dizer ao especialista se tem histórico de alguma das condições acima.

Se ele não souber, serão feitos vários exames laboratoriais ou de imagem e, ainda que se ache um problema físico, é muito indicado que o paciente faça o acompanhamento psicológico.

Como o psicológico afeta a ereção

Homens que têm depressão perdem bastante do seu desempenho sexual devido à apatia que ela causa.

Quem fica ansioso com determinada ocasião ou tem ansiedade crônica também encontra dificuldades de ereção.

A ansiedade faz com que o homem esteja com a cabeça no futuro, ou seja: ainda que esteja em um momento sexual, ele não consegue “entregar-se”.

Também há casos em que o homem não consegue ter ereção por algo específico, mas se traumatiza.

Por causa do medo de “falhar” de novo, é altamente provável que a ereção não seja mesmo alcançada.

Fatores de risco

Homens de idades variadas podem ter disfunção erétil e o seu grupo de risco é composto por:

  • Quem apresenta triglicérides e colesterol altos;
  • Pessoas sedentárias;
  • Quem tem diabetes descontroladas;
  • Quem está obeso;
  • Quem tem pressão alta;
  • Quem fuma.

No caso dos homens mais velhos com disfunção erétil, é possível que se trate das consequências de outros problemas de saúde.

Dentre os mais novos, os problemas com a ereção ou a sua manutenção referem-se mais à autoestima.

É disfunção erétil ou um caso isolado?

O fato de um homem não conseguir ter ereção em dias isolados não significa um quadro de disfunção erétil: o diagnóstico só é feito se essa pessoa tem uma dificuldade crônica para manter relações sexuais.

Isso quer dizer que o homem que não tem ereção porque está preocupado com o trabalho, porque está ansioso com uma ocasião ou coisas assim não precisa procurar um urologista.

Caiu na rotina? 7 dicas para esquentar sua vida sexual novamente

Um assunto parece ser inevitável quando falamos de casais que estão há muito tempo juntos: a rotina sem graça na vida sexual. Isso quando há uma rotina, não é? Porque às vezes nem isso resiste ao tempo.

Aquela piada dizendo que a frequência de relações sexuais diminui proporcionalmente aos anos de casamento acaba tento sim o seu fundo de verdade.

Por mais que se tente evitar cair nesse redemoinho entediante do relacionamento sem sexo, os compromissos do cotidiano afetam o desejo de homens e mulheres em níveis maçantes.

Depois de acordar cedo, arrumar as crianças, levar os baixinhos para a escola, suportar as pressões do trabalho e aguentar o trânsito pesado para voltar pra casa, tudo o que a pessoa deseja é chegar em casa, tomar um banho e deitar na sua cama – para dormir.

E a partir daí ela começa se acostumar a viver sem sexo, por mais que o parceiro ou a parceira ainda tenha vontade e faça algumas tentativas de vez em quando.

Como voltar a sentir desejo sexual

Se você se identificou com esse cenário e quer voltar aos tempos áureos de transar todas as noites (ou quase todas), temos uma boa notícia. Na verdade, é mais de uma.

A partir de agora, nós vamos trazes algumas dicas úteis que você pode colocar em prática com seu companheiro ou companheira para esquentar a vida sexual novamente.

Não importa a sua idade ou quanto tempo vocês estão juntos. Basta estar disposto (a) a novas experiências para fazer a magia acontecer.

  1. Sem hora marcada

Não espere somente a hora de dormir para ter relações sexuais. Aposte em outros momentos, como antes do jantar ou após acordar. Se quiser mais ousadia, que tal levar seu amor em um motel na hora do almoço do trabalho?

  1. Sem lugar marcado

Cansou de transar sempre no mesmo lugar? Agora há pouco demos a dica do motel, mas ela ainda pode melhorar. Prepare uma viagem a dois (não precisa ser longe) e fique em um hotel ou chalé. A mudança de ambiente é um importante aliado para trazer o apetite sexual de volta.

  1. Fora do quarto

Ainda na linha dos lugares para transar, por que não fazer algum diferente em outros lugares da casa? Pode ser no chuveiro ou, melhor ainda, na banheira. Se existia alguma barreira para tirar a roupa, por exemplo, nesses lugares ela já foi por água abaixo. E já pode ser um grande incentivo para vocês.

  1. Aquela “forcinha” extra

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Seu parceiro não consegue se excitar mesmo que você esteja se esforçando bastante? Talvez ela possa utilizar suplementos que forneçam mais energia e vitalidade para os momentos de prazer. É mais do que normal hoje em dia. Uma quantidade considerável de homens fazem uso de pílulas para conseguir satisfazer a parceira. E elas aprovam o resultado.

  1. Massagem

Poucas coisas caem tão bem em um momento a dois quanto uma massagem inesperada. Com o toque das mãos você pode surpreender a pessoa e, quem sabe, dar início em uma noite inesquecível. Massagem é um tiro certeiro.

  1. Mudar faz bem

Procure experimentar novas posições durante a relação sexual. Existem inúmeras possibilidades para combinar dois corpos, então por que ficar sempre na mesma, não é? Sem contar que cada posição pode dar mais prazer para o casal, então vale a pena explorar essas possibilidades.

  1. Valorize o pós

Depois de aproveitar as dicas e colocar o sexo “em dia”, lembre-se de aproveitar também os momentos sucedentes da transa. Procure abraçar, acariciar e beijar seu amor.

Demonstre a ele que você se sentiu bem e fale quanto foi bom para você. Essa prática pode ser um incentivo para que novas experiências possam acontecer e esquentar ainda mais a vida sexual do casal.