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Chegamos à terra, estamos agora num corpo, isso é verdade, podemos aferir, podemos conferir. Esse corpo é temporal, todos são, faz parte da lógica deste lugar. E todas as coisas vêm e voltam, tudo brota e declina, sucumbe.
Nenhum leopardo deixou de morrer e nenhum grilo deixou de calar sua revolta. Nem o galo que Jesus aludiu na bíblia deixou de cantar seu aviso a Pedro.

Somos sempre crianças, onde tudo é verdade ou mentira. Se provamos uma água da praia e é salgada, todas as outras serão também. Se nos queimamos com uma fagulha, o fogo, sua manifestação é maldita.

Que somos que não observamos nada e sentenciamos tudo. Deus deu o livre arbítrio, relativo é verdade, mas o homem não permite que seu semelhante o exerça. O Homem quer impôr seu pensamento, suas verdades inacabadas, seus archotes sem lume.

Superstição. Tudo que não entendemos e que não coube na nossa sacola de quinquilharias é superstição. Somos retos demais, somos óbvios demais, somos como flecha, seguimos o que o arco nos induza, nos imponha, nos diga que trajeto tomar e que alvo intentar.

Somos os seres de Deus e pensamos que tudo o mais não seja. Criticamos os erros alheios e cativamos os nossos, guardamos os nossos com papel de presente, achando que somos o melhor pensamento que exista.

Toas as civilizações, todos os filósofos, todos os pajés, os babalaôs, os sacerdotes, os magos, os iniciados, os seres dotados de mediunidade e captação, tentaram de maneira inglória, abraçar a verdade, retê-la e dominá-la.

Tudo que fugia do raciocínio limitado e infantil, era coisa do demônio. Não existe nada do demônio, tudo é de Deus e tudo pode ser usado para o bem e para o mal. A maconha não foi algo que Deus fez para o mal, pelo contrário, pode ser um excelente anestésico. A maioria dos anestésicos usados hoje é provenienetes da heroína.

Ficamos flutuando entre verdades e mentiras e nossas verdades são axiomas, nossas coisas são as certas e temos Deus sob nosso controle, na nossa mira.

Toda civilização, todo povo criou algo. Seja na culinária, engenharia, nas ciências, nas artes e mesmo na religião e filosofia. Todas essas crenças não são criações dos homens, são percepções que chegam de outros lugares.

Quando se fala de orixás, se é supersticioso, quando se fala de xamanismo se é diabólico, quando se mostra algo do esoterismo, do espiritismo ou da cabala, somos heréticos. Vivemos num mundo gigantesco, com um equipamento cerebral pobre, que lê pouco e armazena menos ainda.

Jesus está com a verdade !. Dizem os infantes que transitam pela vida, como se a verdade toda, pudesse ser dita e ensinada e num breve livro. Como se a verdade relativa que nos cabe, não precisasse de muitas reencarnações e mundos e contextos e situações que nos favorecesse o aprendizado. Jesus não falou das pirâmides do Egito, prova cabal que gente de outros planetas esteve aqui, estagiou aqui. Jesus só falou o bê-a-bá às criancinhas medrosas e frágeis e elas se perdem nesse pouco ensino, imagine falasse mais!.


Um beduino que caminha no deserto tem seu conhecimento, sabe pelas estrelas se guiar. Um cigano tem seu conhecimento, suas magias. Um índio ídem, um haitiano e seus vodus também. Os persas, os egípcios, mesmo os sumérios, cada povo teve e doou seus conhecimentos. Os Xamãs, os Kimbandas, os Druídas, todas as gentes que tiveram suas conquistas, suas aquisições de saber e nós, estúpidos em nossa ignorância, as expulsamos, as repelimos, pois elas podem nos ensinar e nós já deixamos de ser alunos, somos mestres graduados, laureados, somos os verdadeiros e ditamos verdades absolutas.

Quer coisa mais estúpida que os jesuitas virem doutrinar os índios e negros ?. Vieram falar de um Deus que liberta e lhes escravizando e tomando suas coisas, inclusive crenças e saberes.
Quer patifaria mais nojenta que os templários ?.

Quando Jesus veio a este mundo, quando houve o pentecostes, quer algo mais claro que todos os povos precisam aprender uns com os outros ?. Jesus ensinou empatia, ensinou o básico para se ter uma vida digna e humana, mas longe de dizer tudo.

Cremos em espírito santo, cremos numa entidade criada, inventada e não cremos em santos espíritos e em espíritos que somos, essência que somos.

A minha verdade, é a que me coube, por minha ínfima sabedoria e inteligência, por isso terei a eternidade para ler e pesquisar de tudo. A terra é excepcional laboratório de pesquisas, excelente repositório e acervo de tanta coisa bacana, de tantos conhecimentos que navegam e orbitam na idéia maior; DEUS.


Abração.
Enviada por Amigo Oculto - 26 Setembro 2010 - Philosophy - 8 Resposta(s)
Ontem pude assistir esse filme. Tinha ido sábado passado e estavam lotadas as salas.

Excelente filme, muito bom mesmo. O ator que interpreta André Luiz dá um show. Foram muito felizes em escolhê-lo.

Alguns amigos comentaram que isso ou aquilo não batia com o livro. Eu sinceramente o li há mais de 20 anos e não lembro detalhes, claro sei o contexto e pelo que sei, o filme é maravilhoso.

Tem um senão, mas não quero estragar o filme de quem ainda vai assistir, e que não compromete em nada o trabalho maravilhoso empreendido. Temos que entender que o filme não é um documentário espírita, não é uma versão digital do livro, é um filme baseado no livro, que a meu ver, humilde enxergar, foi extraordinário, sério, honesto.

Então é isso, toda pessoa civilizada e minimamente livre, deveria aferir, deveria conferir essa proposta, essa exposição de uma morte inexistente, de uma vida eterna, mas não sem responsabilidades por todo o sempre. Se vê no filme que tudo que existe ou vai existir aqui, já existe em outros lugares. Que os protótipos daqui, haverão de ser obsoletos em outros tantos mundos bem antes, muito antes.

Um filme que sentimos orgulho de ser brasileiro.

Comentem, mas não digam detalhes do filme que será assistido ainda por muitos.

Ah, tenho certeza que equipes espirituais estão de plantão nesses cinemas, senti enorme paz, daquelas que estamos acostumados nos centros.

Abraço.
A FEB está de parabéns pela ousadia de encampar a idéia.
Enviada por Amigo Oculto - 25 Setembro 2010 - Religion & Spirituality - 18 Resposta(s)
Simples: eles ajudaram os antigos egípcios a combater um de seus piores inimigos - os ratos que infestavam a região, destruindo as colheitas de grãos e cereais, além de espalharem doenças. Quando notaram que os gatos eram a solução para controlar a população de roedores, os egípcios começaram a tratar os bichanos como membros da família e passaram a encará-los como verdadeiras divindades. Essa adoração teve de contar com a ajuda das autoridades, porque, antes de o animal ser decretado um ente sagrado, muitos bichanos eram servidos como prato principal às margens do rio Nilo. Uma das deusas egípcias representadas com cabeça de gato era Bastet (também conhecida como Bast e Ubasti). Ela começou a ser cultuada por volta de 3000 a.C. e representava o prazer, a fertilidade, a música e o amor. Além de Bastet, as duas principais divindades egípcias - Ra, o deus do Sol, e Ísis, a deusa da vida - também apresentavam traços felinos.

Os egípcios dedicavam tamanha veneração aos gatos que costumavam raspar as sobrancelhas em sinal de luto quando um bichinho de estimação morria. As mulheres também os viam como símbolos de beleza e pintavam os olhos tentando imitar o contorno perfeito do olhar dos bichanos. Esses animais mereciam os mesmos ritos fúnebres que os seres humanos, sendo embalsamados e sepultados. No século XIX, arqueólogos descobriram mais de 300 mil múmias de gatos num cemitério em Tall Bastah, cidade no delta do rio Nilo onde ficava o principal templo da deusa Bastet. Exagero? E que tal saber que alguém podia ser condenado à morte se matasse um desses animais?

Mas tamanha adoração custou pelo menos uma derrota histórica para o Império Egípcio, cerca de 600 anos antes de Cristo. Quando um comandante persa chamado Cambises II soube que os inimigos da terra do Nilo veneravam tanto esses felinos, não teve dúvidas e ordenou que seu exército atacasse o país das pirâmides usando uma tática no mínimo inusitada: gatos foram colocados à frente de suas tropas como escudo! Os egípcios não ofereceram resistência. Era melhor se render diante dos persas do que cogitar a possibilidade de ferir um ser sagrado.


http://mundoestranho.abril.com.br/cultur...
Enviada por Amigo Oculto - 24 Setembro 2010 - History - 16 Resposta(s)
(A impermanência e os ciclos da vida)

Existem ciclos de sucesso, que é quando as coisas acontecem e dão certo.
E os ciclos de fracasso, que é quando elas não vão bem e se desintegram.
Se nos apegamos às situações, oferecemos uma resistência nesse estágio. Significa que estamos nos recusando a acompanhar o fluxo da vida e que vamos sofrer.
É necessário que as coisas acabem, para que coisas novas aconteçam.
Um ciclo não pode existir sem o outro.
O ciclo descendente é absolutamente essencial para uma realização espiritual.
Ou talvez o seu sucesso tenha se tornado vazio e sem sentido e se transformado em fracasso.
Você tem de ter passado por alguma perda profunda ou por algum sofrimento, para ir à dimensão espiritual.
O fracasso está sempre embutido no sucesso, assim como o sucesso está sempre encoberto pelo fracasso.
No mundo da forma, todas as pessoas fracassam mais cedo ou mais tarde. E toda conquista acaba em derrota.
Todas as formas são impermanentes. Um ciclo pode durar de algumas horas a alguns anos, e dentro dele pode haver ciclos longos ou curtos.
Muitas doenças são provocadas pela luta contra os ciclos de baixa energia que são fundamentais para uma renovação.
Assim, a inteligência do organismo pode assumir o controle como uma medida auto-protetora e criar uma doença com o objetivo de nos forçar a parar, para que uma necessária renovação possa acontecer.
Isso torna difícil ou impossível para nós aceitarmos os ciclos de baixa energia e permitirmos que eles aconteçam.
Mas nada dura muito nessa dimensão, onde as traças e a ferrugem devoram tudo.
Tudo acaba ou se transforma.
A mesma condição que era boa no passado, de repente se torna ruim. A mesma condição que fez você feliz agora faz você infeliz.
A prosperidade de hoje se torna o consumismo vazio de amanhã.
O casamento feliz e a lua de mel se transformam no divórcio infeliz ou em uma convivência infeliz.
A mente não consegue aceitar quando uma situação a qual ela tenha de apegado muda ou desaparece. Ela vai resistir à mudança. É quase como se um membro estivesse sendo arrancado do seu corpo.
Isso significa que a felicidade e a infelicidade são, na verdade, uma coisa só.
Somente a ilusão do tempo as separa.
Não oferecer resistência à vida, é estar em estado de graça, de descanso e de luz. Nesse estado, nada depende de as coisas serem boas ou ruins.
Observe as plantas e os animais. Aprenda com eles a aceitar aquilo que é e a se entregar ao agora.
Deixe que eles lhe ensinem o que é ser.
Deixe que eles lhe ensinem o que é integridade, estar em unidade, ser você mesmo, ser verdadeiro.
Aprenda como viver e como morrer, e como não fazer do viver e do morrer um problema.

Eckhart Tolle
Queremos sempre manter o que deu certo, mas aquilo que deu certo passou e a vida tem outro ensino para nós, por isso as várias reencarnações.
Não espere que tudo dê certo para ser feliz ou que tudo dê errado para ser infeliz, seja sempre tranquilo, tenha sua paz linear, sem abalos para cima ou para baixo, pois tudo muda, oscila.

Muita luz meus amigos!
Enviada por Amigo Oculto - 22 Setembro 2010 - Philosophy - 9 Resposta(s)
Você conseguir passar no vestibular de Deus, pronto, é correr pro abraço.

Depois dessa salvação estúpida e imoral, que acontece com as pessoas ?.

E se um amor de sua família for condenado às chamas eternas, você conseguirá comemorar sua salvação ?. Crerá ainda nesse monstro que aniquila um fraco em vez de recuperá-lo ?.

Um índio, se não há reencarnação, por que existem índios ?. Que serão desses coitados depois da Salvação ?. Serão índios eternamente ?.

Se num tribunal celeste, Deus condenasse uma pessoa ao sofrimento eterno e essa pessoa pedisse uma nova oportunidade, nascer de novo, reparar seus erros, começar diferente, isso seria plausível, seria legítimo ?. Deus aquisceria a esse pleito ardoroso de um infeliz em prantos ou o condenaria como um carrasco medieval ?. Pense, que Deus não tenha inteligência suficiente, que seja meio lento, meio lerdo da cachola, ele atenderia esse coitado ? Se isso fez você pensar, imagine o Senhor dos mundos. A reencarnação foi que nos trouxe até aqui e nos levará pelos mundos afora, aprendendo e crescendo sempre.

Abraço.
Ritacarvalho44, achei incorente você não dizer o porquê.
A crença num julgamento sumário é que é incoerente.Só aceita esse absurdo quem aceita um Deus de absurdos e incongruências.
Santo vivo, não existe perdição eterna, tudo é aprendizado, tudo é material reciclável na construção de um novo ser.
Enviada por Amigo Oculto - 21 Setembro 2010 - Religion & Spirituality - 10 Resposta(s) - Respondida
O Divã
Roberto Carlos
Composição: Roberto Carlos - Erasmo Carlos

Relembro a casa com varanda
Muitas flores na janela
Minha mãe lá dentro dela
Me dizia num sorriso
Mas na lágrima um aviso
Pra que eu tivesse cuidado
Na partida pro futuro
Eu ainda era puro
Mas num beijo disse adeus.

Minha casa era modesta mas
eu estava seguro
Não tinha medo de nada
Não tinha medo de escuro
Não temia trovoada
Meus irmãos à minha volta
E meu pai sempre de volta
Trazia o suor no rosto
Nenhum dinheiro no bolso
Mas trazia esperança.

Essas recordações me matam
Essas recordações me matam
Essas recordações me matam
Por isso eu venho aqui.

Relembro bem a festa, o apito
E na multidão um grito
O sangue no linho branco
A paz de quem carregava
Em seus braços quem chorava
E no céu ainda olhava
E encontrava esperança
De um dia tão distante
Pelo menos por instantes
encontrar a paz sonhada.

Essas recordações me matam
Essas recordações me matam
Essas recordações me matam
Por isso eu venho aqui.

Eu venho aqui me deito e falo
Pra você que só escuta
Não entende a minha luta
Afinal, de que me queixo
São problemas superados
Mas o meu passado vive
Em tudo que eu faço agora
Ele está no meu presente
Mas eu apenas desabafo
Confusões da minha mente.

Essas recordações me matam
Essas recordações me matam
Essas recordações me matam
Essas recordações me matam.


Video:

http://www.youtube.com/watch?v=bedBZz6d7...
Eu venho aqui me deito e falo
Pra você que só escuta
(Divã)

Abração.
Relembro minha saudosa mãe, gordinha, na janela, me acenando e olhando nos olhos e diziam eles que tudo aqui é temporal e eu não entendi naquele tempo.
Enviada por Amigo Oculto - 21 Setembro 2010 - Lyrics - 7 Resposta(s)
O sistema babilônico e persa, estabelecia que as pessoas a serviço do governo, apesar de terem direito a remuneração, não eram remunerados pelos seus serviços. E este texto de Mt 5.41, usa a palavra grega ?angareuo?, que tem relação justamente ao sistema babilônico e persa que foi incorporado ao estilo de vida grego e romano. O andar uma milha era algo imposto por uma autoridade governamental, possivelmente, soldados, cônsul, procuradores, governadores, chefes de governo, entre outros. A pessoa que era obrigada a andar uma milha estava exposta a humilhação. Tinha que deixar de fazer tudo o que estava fazendo, ainda que fosse de extrema importância. Era obrigação. E o não cumprimento da ordem resultava em prisão e até mesmo a condenação a morte.


A milha romana media mil passos, cerca de 1478 metros. A proposição de Cristo está baseada num costume de nações orientais que quando enviavam um emissário de um lugar para o outro requeria-se que um representante local viesse recebê-lo a certa distância. Aparentemente, um gesto de cortesia, próprio de um anfitrião. O fato é que não significava mera companhia. A cortesia incluía o carregamento das bagagens, o que podia tornar a tarefa extremamente árdua.


Você achou legal essa explicação ?. Então veja esse texto que não poderia deixar passar em branco.Veja a MR dada a Clave, que maravilha de texto:
Um amigo na segunda milha
Rúben era um menino Judeu que morava na Palestina, no tempo em que Jesus vivia lá, ensinando e ajudando o povo. Um dia, Rúben estava sentado perto da grande estrada que dava esquina com outras estradas. Dali, podia ver bem as pessoas que viajavam. Algumas passavam a pé, outras montadas em burros. Viu também uma grande caravana de camelos, conduzindo enormes cargas.
Rúben, sentado á beira da estrada, tudo observava e dizia consigo: "Um dia eu também vou viajar. Irei até o grande mar, mas não pretendo parar por lá; quero conhecer o mundo todo". Naquele momento ele notou uma pessoa andando sozinha, com um saco bem grande ás costas.
?É um soldado romano", pensou Rúben, "Conheço pela roupa odeio os romanos! Eles tiram a nossa liberdade. Somos obrigados a pagar impostos ao seu governo e a obedecer às suas leis, odeio todos romanos".
O soldado tinha chegado bem perto dele, parou, e deixou cair o saco no chão. Ficou descansando um pouco enquanto olhava as pessoas que passavam na estrada. Rúben continuou a olhar para o soldado, mas sempre com pensamento de ódio. Naquele momento, o soldado virou - se para apanhar o saco e viu Rúben sentado ali perto.
- Ei ! Venha cá, menino! - chamou ele.
Rúben se assustou e teve vontade de correr, mas ninguém ousava desobedecer a um soldado romano.
Bem devagar, aproximou-se dele. O soldado apontou- lhe o saco.
- Você vai carregá-lo para mim.
Rúben sabia que não havia outro jeito, conhecia a lei romana. Um soldado romano podia obrigar qualquer homem ou menino judeu a carregar sua bagagem por uma milha na direção em que viajava. "Mas irei só uma milha", pensou Rúben bastante zangado, enquanto apanhava o saco.
O saco era pesado, mas ele era forte. Rúben tinha vontade de jogar o saco longe... Como odiava aquele soldado. Mas nada podia fazer a não ser andar atrás dele, com seus maus pensamentos.
?Mas é somente por uma milha. Ele não pode obrigar-me a dar um só passo além da milha, como a lei diz. Somente uma milha... uma milha", dizia o menino enquanto andava.

De repente, lembrou-se de outro dia quando ele, com alguns de seus amigos, andavam pela mesma estrada procurando um mestre chamado Jesus, que estava ensinando ao povo. Eles o encontraram numa colina , rodeado de uma multidão, e pararam para escutá-lo.
Mas porque estou pensando em Jesus agora? Oh, já sei. Ele tinha falado alguma coisa sobre milhas... O que foi que Ele disse sobre uma milha? Rúben continuava andando e a pensar: ?Eu me lembro agora o que Jesus disse: Se alguém mandar você ir uma milha, vá com ele duas milhas. Sim, foi isso que Jesus disse. Rúben não tinha prestado muita atenção aos ensinamentos de Jesus naquele dia, mas agora se lembrava de outras coisas que Ele ensinou. "Amai os vossos inimigos... fazei bem aos que vos odeiam... se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas". Rúben estava pensando tanto que nem notou que o soldado tinha parado.
- Você já andou uma milha. Dê-me o saco. - disse o soldado.
- Não, vou mais adiante. Nem parece que andei tanto. O saco nem parece que está pesado. Respondeu Rúben, sem mesmo compreender porque falava assim.
O soldado olhou para Rúben, e pela primeira vez Rúben viu o rosto dele. Era bastante jovem e parecia muito cansado.
- O senhor já viajou muito? - perguntou o menino.
- Muitas e muitas milhas. - foi à resposta.
- E ainda tem que viajar muito?
- Vou a Roma. - respondeu o soldado.
-Tão longe! - disse Rúben - Então me deixe levar o saco mais outra milha.
- Muito obrigado ! Você é muito bondoso. - respondeu o soldado.
Os dois continuaram a caminhar, agora juntos, conversando. Rúben tinha a impressão de que conhecia o soldado há muito tempo, e falava com ele sobre sua família e sua casa e o soldado contava histórias de viagem. O tempo passou muito depressa. Finalmente o soldado perguntou:
- Diga-me uma coisa. Por que você se ofereceu para levar o meu saco mais outra milha?
Rúben hesitou.
-Eu nem sei bem. Deve ter sido por causa de alguma coisa que Jesus falou sobre milha.
Então contou ao soldado o que tinha acontecido.
- Coisa estranha, disse o soldado pensativo. "Amai os vossos inimigos"! Este é um ensinamento duro. Eu gostaria de conhecer este Jesus.
Tinham chegado ao alto da colina e Rúben olhou para trás, para o caminho por onde voltaria a casa.
-Devo voltar agora. - disse.
O soldado tomou o saco, colocou-o nas costas, e apertou a mão do menino, e dizendo:
- Adeus, amigo.
- Adeus... amigo. - respondeu Rúben com um sorriso.
Enquanto andava de volta para casa, as palavras de Jesus continuavam na mente de Rúben: "Se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas".
?E isso dá resultado"! Pensou Rúben. "Andei uma milha acompanhando um inimigo... Andei a segunda milha e encontrei um amigo".
Não consegui postar a MR de Clave, mas foi esse texto fantástico.
Espero que apreciem.

Abraço.
Kristal querida, além do texto excelente, coloquei o sentido histórico. Nunca entendia por que Jesus se referia à milha.
Enviada por Amigo Oculto - 16 Setembro 2010 - Religion & Spirituality - 8 Resposta(s) - Respondida
O Cio da Terra

Milton Nascimento

Composição: Milton Nascimento / Chico Buarque

Debulhar o trigo
Recolher cada bago do trigo
Forjar no trigo o milagre do pão e se fartar de pão

Decepar a cana
Recolher a garapa da cana
Roubar da cana a doçura do mel, se lambuzar de mel

Afagar a terra
Conhecer os desejos da terra
Cio da terra, propícia estação De fecundar o chão.



Perca cinco minutos e veja os dois excepcionais videos:

Com Milton:

http://www.youtube.com/watch?v=Zeuaju65F...

Com Almir Sater e Renato Teixeira:

http://www.youtube.com/watch?v=Zeuaju65F...
Enviada por Amigo Oculto - 15 Setembro 2010 - Lyrics - 9 Resposta(s) - Respondida
http://www.oddcast.com/home/demos/tts/tt...

Boa noite.
Abração.
Eu sempre achei que Nietzsche, se procunciava níthê, mas é nútha, Vivendo e aprendendo.
Enviada por Amigo Oculto - 14 Setembro 2010 - Trivia - 9 Resposta(s) - Respondida
Sério, todo cara que jogou bola e não encontra recolocação no mercado, vai jogar no Brasiliense.
Quer matar a saudade, ver aquele jogador que você não via faz 50 anos?. Assista um jogo do Brasiliense.
Dizem as más línguas que é o próximo time de ronalducho, rsrsrsrsrs.

Opinem.
Abraço.
Enviada por Amigo Oculto - 14 Setembro 2010 - Other - Soccer - 2 Resposta(s) - Respondida
 
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