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É uma hipótese, a eleição tanto pode estar ganha como estar perdida.
Mas eu não quero saber das promessas de Dilma, prometer é facil, cumprir é que é dificil.
Aquilo que eu quero saber, é, sendo eleita, como é que ela vai fazer tudo aquilo a que se propõe, tendo em vista a exiguidade de recursos do governo federal, que aliás estão já comprometidos praticamente até o ultimo centavo.

Não vale vir com ôba oba, nem com insultos aos adversários de campanha.
Enviada por Farabutti - 08 Setembro 2010 - Elections - 8 Resposta(s) - Aberta
Dilma aparentemente já ganhou, está na hora de explicar de que maneira elairá resolver as deficiências infra-estruturais do país. Os seus militantes aqui do YR estão convidados a expor como ela fará para resolvee so seguintes gargalos:
Energia eletrica, produção e exploração petrolifera, abastecimento, rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos, reequipamento das Forças Armadas, redução das despesas de custeio da máquina, readequação da justiça, equacionamento dos conflitos agrarios, implantação de uma política efetiva de proteção ambiental. Etc.
Será que o governo federal terá recursos para fazer frente a todas as despesas necessárias, ou ele pretende recorrer à iniciativa privada, privatizando essas e outras tarefas estratégicas?
Além das inadiaveis despesas com infra-estrutura, o país e o governo Lula se comprometeram a construir outras obras não tão necessárias, como o Trem-Bala, além disso vão sediar a copa do mundo e as Olimpiadas.
No conjunto o investimento necessário é enorme e ultrapassa em muito o PIB dos próximos 4 anos.
Como se não bastasse o governo federal tem um custo tão alto que só o seu custeio já absorve mais que toda a arrecadação do país.
Portanto parece que se a Dilma for eleita e quiser cumprir todas as metas que se propõe, terá que forçosamente aumentar os impostos em muitos pontos percentuais.
A pergunta é: Os eleitores sabem disso, eles foram informados do que os espera?

Espero respostas decentes, nada do habitual deboche ou acusações aos adversarios, porque eu não perguntei nada demais, só gostaria de saber como é que a nova presidente vai resolver esses problemas.
Enviada por Farabutti - 08 Setembro 2010 - Elections - 6 Resposta(s) - Aberta
Petistas são inocentes úteis, quem elege é o dinheiro e os donos do dinheiro consideram Dilma mais confiavel, para eles e o seu dinheiro, que Serra. Portanto o discurso de Dilma e Lula pode ser socializante, mas as suas ações são francamente elitistas e favoráveis ao capital privado.
Conclusão: Na realidade Dilma e Lula traem a sua doutrina e enganam todos os seus eleitores do proletariado de esquerda.
Ô "Seu" ABNER Coloque o link pô!
Enviada por Farabutti - 08 Setembro 2010 - Elections - 8 Resposta(s) - Aberta
A OPOSIÇÃO ACORDOU. Finalmente. Tinha imaginado que a eleição era na Lapônia. E que a candidatura oficial tinha a lhaneza do Papai Noel. Descobriu que vivemos em um país onde as instituições democráticas são frágeis. Onde o Poder Judiciário é de mentirinha. E o Legislativo está sendo invadido -para a alegria mórbida dos inimigos da liberdade- por humoristas decadentes, ex-jogadores de futebol, celebridades instantâneas e "sambeiros" que espancam suas mulheres.
Lula rasgou a Lei Eleitoral. Depois de ter sido multado diversas vezes pela TSE resolveu, a seu modo, a questão: passou a ignorar solenemente o tribunal. Manteve a rotina de associar o cotidiano administrativo com o processo eleitoral. Em outras palavras: "peitou" o tribunal e ganhou. Ganhou por omissão do TSE.
Para Lula, a democracia não funciona pelo respeito às leis, com uma oposição vigilante e pela crítica às ações do governo. Não. Para ele, a democracia só tem uma fala, a dele.
Transformou as cerimônias públicas em espetáculos de humilhação. Aos adversários, como na Revolução Cultural chinesa, reserva o opróbrio. Basta citar dois incidentes recentes: um em São Paulo e outro em Sorocaba. Manteve-se impassível quando a claque vaiou e quase impediu de falar o governador Goldman.
No fundo, estava satisfeito. O mais triste é que o fato foi considerado absolutamente natural. No Brasil lulista a prática de impedir pelos gritos e, se necessário, pela força um opositor de falar está virando rotina.
A associação indevida entre governo e Estado é evidenciada a todo momento. Tanto no escândalo dos dossiês, como no comício de Guarulhos -onde nem usou o disfarce da presença da candidata- ou na decoração do gabinete presidencial, que tem na parede um adesivo com o logotipo do governo em vez de algo símbolo nacional.
O lulismo desqualifica a política. E abre caminho para o autoritarismo. A eleição deixa de ser uma salutar disputa pelo futuro do país e vira uma guerra. Para ele, os opositores não são adversários, são inimigos.
Enfatiza alguns êxitos econômicos (parte deles sem qualquer relação com o atual governo) e sonha com o poder absoluto. Despreza os defensores das liberdades e, por vontade própria, já começou a miniconstituinte: aboliu informalmente o artigo 5º da Constituição.
Age como o regime militar. Tem medo de, cara a cara, enfrentar um oposicionista. Ridiculariza a política. Neste ritmo logo veremos, como na ditadura, algum outdoor com a frase: "Liberdade é uma calça velha, azul e desbotada".




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MARCO ANTONIO VILLA é professor do Departamento de Ciências Sociais da UFSCar
Onde se lê Luiz XV leia-se Luiz XVI
Jessica Não coloquei a pergunta para receber aula de história,(ou lembrete por falta de memória) responda ou cale-se!
Enviada por Farabutti - 08 Setembro 2010 - Elections - 5 Resposta(s) - Aberta
Como ela vai resolver as deficiências infra-estruturais do país? Incluindo energia, abastecimento, rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos? Será que o governo federal terá recursos para fazer frente a todas as despesas necessárias, ou ele pretende recorrer à iniciativa privada, privatizando essas e outras tarefas estratégicas?
Além das inadiaveis despesas com infra-estrutura, o país e o governo Lula se comprometeram a construir outras obras não tão necessárias, como o Trem-Bala, além disso vão sediar a copa do mundo e as Olimpiadas, além disso precisa reequipar as Forças Armadas sob pena de desgostar os militares.
No conjunto o investimento necessário é enorme e ultrapassa em muito o nosso PIB. Como se não bastasse o governo federal tem um custo tão alto que só o seu custeio já absorve mais que toda a arrecadação do país.
Portanto parece que se a Dilma for eleita e quiser cumprir todas as metas que se propõe, terá que forçosamente aumentar os impostos em muitos pontos percentuais.
A pergunta é: Os eleitores sabem disso, eles foram informados do que os espera?
Porque é que nenhum petista está respondendo a serio? A minha pergunta não tem nada de ofensivo eu esperava respostas claras e articuladas, afinal quem luta pela eleição de determinado candidato deve ter motivos fortes e claros para isso.
Enviada por Farabutti - 07 Setembro 2010 - Elections - 9 Resposta(s) - Aberta
Certo rei queria trocar o seu primeiro Ministro e resolveu seleciona-lo entre vários candidatos. Apresentaram-se 10 dez do PT e um do PSDB.
O Rei mandou que fossem introduzidos um de cada vez em uma sala onde estava o rei sentado ao trono tendo em frente uma mesa e uma cadeira.
Entra o primeiro do Pt, o rei o manda sentar e pergunta: -"Que é isto em cima da mesa?" O petista nem piscou e respondeu na lata: - É uma maça majestade!
O rei mandou-o sair e entrar outro petista e fez a mesma pergunta, que recebeu a mesma resposta e assim continuou até o décimo petista. Aí o rei mandou entrar o do PSDB e tornou a perguntar a mesma coisa, o sujeito pediu licença, levantou, deu a volta à mesa e respondeu convicto: - É meia maça Majestade!
Imediatamente o rei o proclamou seu Primeiro Ministro.
Mas isto custou caro aos peéssedebistas, porque a partir desse momento os petistas passaram a odiar o PSDB com todas as suas forças.
Moral da história: Os petistas são bitolados e só enxergam o seu lado da questão.
Enviada por Farabutti - 07 Setembro 2010 - Elections - 3 Resposta(s) - Aberta
Petistas militantes e até o próprio Presidente Lula afirmam ou deixam entrever, que a filha de Serra teria negócios escusos com Daniel Dantas e outros - pelo menos parece que foi isso que descobriram na sua Declaração do Imposto de Renda.
Mas se para eles petistas isso de expor as entranhas do adversário político não tem nada demais, então porque não fazem o mesmo e não tornam pública também a Declaração do Imposto de Renda da filha de Dilma Rousseff e dos dirigentes máximos do PT?
Creio que os votantes gostariam muito de saber com certeza qual é o verdadeiro caráter dos seus candidatos.
Enviada por Farabutti - 07 Setembro 2010 - Elections - 16 Resposta(s) - Aberta
Apesar da descoberta da quebra do sigilo fiscal da filha de Serra e dos dirigentes tucanos, Serra não está atacando muito frontalmente o PT e principalmente Dilma, que é visivelmente a responsável pela ilegalidade. Porque será que Serra não vai para cima com tudo, como seria correto?
Tudo leva a crer que a espionagem petista, tenha descoberto algo constrangedor, que esteja sendo usado como chantagem para obriga-lo a não exagerar nos ataques, só algo do gênero poderia explicar o seu comportamento quase que passivo diante dessa flagrante agressão à privacidade de sua familia, sua filha ,seu partido e à sua candidatura.
Se eu fosse Serra chutava o balde de uma vez, só para ver o que acontece, pode ser que dessa forma ele pudesse virar o jogo a seu favor afinal "Audaces Fortuna juvat" (A sorte sorri aos corajosos).
Enviada por Farabutti - 07 Setembro 2010 - Elections - 12 Resposta(s) - Aberta
Dora Kramer - O Estado de S.Paulo
Se a Receita Federal é confiável como diz o presidente Luiz Inácio da Silva, por mais razão é urgente que as pessoas responsáveis pela instituição - do mais alto ao mais baixo escalão - comecem a falar a verdade e parem de tratar o cidadão brasileiro feito idiota.


A candidata Dilma Rousseff, que se apresenta como parceira de Lula em todas as ações de governo e gerente de toda a máquina pública, também precisa parar de fazer de conta que não está entendendo o que se passa.

Na impossibilidade de contar a verdade, que pelo menos arrume uma versão verossímil para corroborar a tese de que uma coisa é a violação do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao candidato da oposição, outra coisa são os interesses político-eleitorais do PT.

Sob pena de carregar o passivo pelo restante dos dias até a eleição.

As teorias em circulação são frágeis e obviamente falsas.

A que passou a ser defendida - com pouquíssima sutileza, diga-se - pelo presidente Lula se assemelha àquela do caixa 2 inventada à época do mensalão para tentar reduzir o estrago jurídico e político das denúncias de fraude, corrupção e peculato.

Na época, a ideia era fugir dos crimes mais graves para assumir o crime eleitoral e socializar o prejuízo na base do "todo mundo faz".

Agora o presidente Lula indignou-se com o falsificador do documento apresentado como sendo uma procuração da filha de José Serra, Verônica, para a retirada de suas declarações na Receita. Disse que, "se ficar provado", foi cometido "um crime grave no Brasil": falsidade ideológica.

Ora, ora. O que se desenha é muito mais do que isso. É a quebra de sigilo para coleta de informações de adversários. Só não está claro se os autores se aproveitaram de esquema pré-existente no ABC ou criaram um disfarce especial para atingir seus alvos dando a impressão de que se tratava de um sistema geral de quebra de sigilo e venda dos dados.

Quando o presidente fazia o discurso da falsidade ideológica, o governo já sabia havia pelo menos dez dias que Verônica Serra tivera a declaração de renda violada e que havia suspeita de fraude e, ainda assim, sustentava a versão de que ela havia assinado uma procuração.

É uma mentira atrás da outra.

Indicativas de que as acusações da oposição têm fundamento. Se não, por que assessores do presidente reclamariam da inabilidade da Receita por ter enviado os documentos relativos a Verônica para o Ministério Público?

Achavam que a Receita poderia ter sido mais companheira e omitido essa parte já que havia a "procuração" como "prova" de licitude.

Ademais, se não sabe o que aconteceu, se é verdade que as investigações ainda estão em curso e por isso não se chegou ao culpado (ou culpados), de onde sai a certeza que não houve uso político, conforme declarou Lula?

A outra mentira da qual poderíamos todos ser poupados é a que aponta falta de interesse do PT em quebrar sigilo "agora" pois está muito à frente nas pesquisas e que a campanha de Dilma não pode ser responsabilizada, pois em 2009, quando ocorreram as violações, a candidatura dela não existia.

Existia tanto quanto a certeza do PT de que em algum momento poderia ser necessário implodir o adversário, então na dianteira nas pesquisas.

Abraçado. O candidato José Serra teria muito mais credibilidade em seu justo dever de denunciar os métodos de seus oponentes se não tivesse, por razões táticas, dito que Lula estava "acima do bem e do mal".

Se mesmo tendo sido vítima de estratagema parecido em 2006, ainda levava o adversário na maciota, fica complicado explicar - sem remeter o assunto para a seara do oportunismo - por que a opção por se abraçar com Lula no horário eleitoral, procurando estabelecer com ele uma relação comparativa de igual para igual na cabeça do eleitor.

Ou, a fim de preservar o eleitor intersecção, dirá que o PT é uma coisa, a campanha de Dilma outra e Lula uma terceira completamente diferente?


?
Enviada por Farabutti - 07 Setembro 2010 - Elections - 11 Resposta(s) - Aberta
Rolf Kuntz

Nem a neve faltou, neste ano, para realçar o jeitão suíço da campanha eleitoral. Quem acreditar em qualquer dos três principais candidatos não pode ter dúvida: falta pouco para o Brasil se tornar um tranquilo rincão alpino, já com uma forte base econômica e sem grandes problemas políticos e sociais. Não há democracia mais firme, nem grandes grupos comprometidos com projetos autoritários. Não há contas públicas mais seguras ? vejam a buraqueira fiscal no mundo rico ? e até a lucratividade dos bancos é festejada por antigos esquerdistas. Sem outras grandes preocupações, talvez algum bando de ultradireita comece uma campanha contra imigrantes pobres ? mas só depois das eleições.

Enquanto isso, os candidatos mais cotados para a Presidência dedicam-se a recitar promessas de varejo: distribuição de medicamentos para isto ou aquilo, mais cirurgias eletivas, bibliotecas para as escolas, mais professores nas salas de aulas, mais cursos técnicos, mais lazer e um monte de outras maravilhas. Ninguém prometeu, por enquanto, imprimir histórias em quadrinhos com tábuas de logaritmos, nem subsidiar a fabricação de chinelos antijoanetes, mas ainda há tempo para isso.

Talvez os candidatos estejam certos. O governo continua com mais de 70% de aprovação, a economia cresce, a inflação parece acomodada e discussões mais complexas podem aborrecer os eleitores. A qualidade do regime não é um grande assunto no Brasil e as condições na economia nos próximos dois ou três anos são um tema abstrato e fora do repertório comum.

As disputas mais duras, até agora, têm escorregado para a comparação entre os governos Lula e FHC. O candidato José Serra não conseguiu evitar essa armadilha, embora tenha adotado, há pouco tempo, uma estratégia mais agressiva em relação ao governo petista. Quando a conversa vai para as comparações, ele e sua adversária Dilma Rousseff se empenham na enumeração varejista dos feitos de cada presidente. Ninguém discute seriamente as questões de maior alcance e menos populares, como a orientação das políticas de longo prazo e a pauta de reformas. A candidata Marina Silva, promissora no começo da campanha, perdeu parte do impulso e participa do jogo da miudeza ? quando não recai na conversa monotemática da política ambientalista.

O eleitor mais informado e mais preocupado com a democracia e com a segurança econômica de médio prazo tem motivos para sentir-se no escuro e em zona perigosa. Quem valoriza as liberdades democráticas deve ter na memória os ataques dos últimos anos ? as tentativas de controle da imprensa, ainda não abandonadas, o recurso abusivo às medidas provisórias, o estímulo ao peleguismo, a cooptação dos chamados movimentos sociais, o aparelhamento do governo e o loteamento de cargos.

Congressistas foram capazes de neutralizar alguns desses assaltos, mas também foram omissos em muitas situações. Seria enorme a lista das medidas provisórias sem a urgência e a relevância requeridas pela Constituição. Os parlamentares poderiam tê-las devolvido ao Executivo, liminarmente, mas nunca se organizaram para exercer essa prerrogativa. Aceitaram, quase sem reagir, a usurpação de poder.

Em relação à economia, os principais candidatos prometem manter as políticas de estabilidade fiscal e monetária, o apoio à modernização produtiva e as ações a favor dos mais pobres. Mas tudo se passa como se não se acumulassem graves problemas. Não é preciso ser muito atento para ver a piora do quadro fiscal, o engessamento cada vez mais amplo das finanças públicas, a carência de infraestrutura, o despreparo da mão de obra (falta gente em condições até de ser treinada no trabalho), a erosão do superávit comercial e a rápida expansão do buraco na conta corrente do balanço de pagamentos. Todos esses problemas afetam o curto e o médio prazos.

Para complicar o quadro fiscal já inseguro, o País está comprometido com a realização da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016. O Tesouro e o BNDES vão intervir, com certeza, no financiamento das obras ? várias delas muito caras e de utilidade muito discutível, como a do trem-bala. Entre os problemas de longo prazo alguns se agravam de forma indisfarçável. Os primeiros números do Censo já confirmam uma nova configuração das famílias. Diminui a proporção entre contribuintes e beneficiários da Previdência e será impossível esquecer o assunto nos próximos anos. Quem se dispõe a discutir essas questões, neste Brasil de maravilhas onde só faltam as vaquinhas alpinas com o sininho no pescoço?
Enviada por Farabutti - 07 Setembro 2010 - Elections - 10 Resposta(s) - Aberta
 
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